Internacional / Nacional

Comissão Europeia quer avaliação dos riscos do consumo de carne de cavalo

A Comissão Europeia (CE) pediu à Agência Europeia para a Segurança Alimentar(AESA) e à Agência Europeia do Medicamento (AEM) para avaliar quais os riscos para a saúde pública do consumo de carne de cavalo que contenha vestígios de anti-inflamatórios.

Segundo a agência Lusa e de acordo com uma nota divulgada no site da AESA, o pedido ocorreu após a deteção de produtos alimentares à base de carne de vaca que continha também carne de cavalo, ter sido descoberto o anti-inflamatório fenilbutazona, em carcaças de cavalos que estavam destinados para consumo.

A Deco anunciou existirem produtos à venda em Portugal com vestígios de fenilbutazona.

Até dia 15 de abril, as duas agências da União Europeia vão fazer, conjuntamente, uma avaliação e elaboração de pareceres científicos de forma a clarificar quais os potenciais riscos que os consumidores correm ao consumirem carne de cavalo com vestígios do anti-inflamatório.

A utilização de fenilbutazona é proibida no tratamento de animais destinados ao consumo humano. Qualquer presença desta substância em alimentos de origem animal, resulta de uma utilização ilegal.

O comunicado diz ainda que “irão considerar tanto o risco inerente ao consumo de carne de cavalo propriamente dito, bem como ao de outros produtos ilegalmente contaminados com carne de cavalo”.

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