Nacional

Maestro condenado a 5 anos de prisão

O maestro Miguel Graça Moura foi condenado a 5 anos de prisão, com pena suspensa, pelos crimes de peculato e falsificação de documentos, devido à utilização indevida de 720 mil euros do tesouro público.

Depois de dois adiamentos na leitura do acórdão, que esteve marcada para 17 de dezembro do ano passado e depois para 15 de janeiro, foi hoje proferido em Lisboa, condenando Miguel Graça Moura a 5 anos de prisão, com pena suspensa, pelo coletivo de juízes da 7ª Vara Criminal de Lisboa, presidido por Filipa Valentim.

De 1992 a 2003, Miguel Graça Moura presidiu à Associação de Música, Educação e Cultura (AMEC). Foi acusado pelo Ministério Público (MP) de ter gasto 720 mil euros em artigos de lingerie feminina e masculina, compras em supermercados, mobiliário, gravadores, aparelhagens áudio, vinhos, charutos, joias, viagens e obras de arte.  O MP diz também que o maestro viajou para os Estados Unidos, Argentina, México, Tailândia e Singapura (gastando um total de 214,277 euros). Em despesas de restaurantes, tanto em Portugal como no estrangeiro, o maestro gastou mais de 80 mil euros. Foram ainda apontados gastos de 52,542 euros em livros.

O MP destacou que Graça Moura não fazia distinção entre as despesas da AMEC e as pessoais, utilizando indiscriminadamente os cartões da AMEC, que integra ainda a Orquestra Metropolitana, e as contas em que era titular.

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