Internacional

Festejos terminam em confrontos no Egipto

No dia em que se festejava o 2ª ano após a revolução sobre Mubarak, houve manifestações e confrontos que terminaram com a vida de 7 pessoas.

Confrontos entre policia e manifestantes termina com 7 mortos e cerca de 250 defridos(Fonte: rubibellydance.blogspot.com)

Confrontos entre policia e manifestantes termina com 7 mortos e cerca de 250 defridos
(Fonte: rubibellydance.blogspot.com)

A cidade de Suez e a Praça Tahrir, no Cairo, assistiram às mais violentas manifestações que decorreram por toda a parte no Egipto. Manifestações essas que serviam para mostrar o desagrado do povo egípcio sobre as novas medidas tomadas pelo governo.

Passados dois anos após a queda do antigo regime de Mubarak, o Egipto, voltou a ser palco de novos confrontos entre a população e a polícia, tendo mesmo terminado com a morte de 7 pessoas.

Num dia em que o povo egípcio saiu à rua, um pouco por todo o país, para festejar o segundo aniversário da sua revolução popular, os ânimos voltaram a aquecer já que a população decidiu aproveitar este dia para manifestar o seu descontentamento para com as medidas tomadas pelo novo governo de Mohamed Morsi. Exigindo que seja colocado definitivamente um valor fixo no salário mínimo e que se suspenda a nova constituição.

De acordo com a televisão Al Ahram, as zonas mais conflituosas foram a Praça Tahrir, no Cairo, e a localidade de Suez, que acabou por ser a mais negra, já que faleceram 7 pessoas nesses confrontos em frente à sede do governo municipal. No total do conflito, cerca de 250 pessoas ficaram feridas, havendo sete mortos, seis eram manifestantes e um era policia.

Em reacção a estes acontecimentos, o Presidente Mohamed Morsi disse que “o aparelho [de segurança] do Egipto vai perseguir os criminosos e levá-los à Justiça” explicando também que a polícia está “a fazer o seu melhor para proteger e assegurar as manifestações pacíficas.” Nesse mesmo discurso  Morsi ainda teve tempo para expressar as suas condolências “a todos os egípcios, aos mártires no Suez e ao polícia que foram vítimas de uma violência feia”.

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